quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

EVANGELIZAR





Ao término do século XX, o século chamado das luzes, estamos convocando os obreiros de boa vontade para a tarefa divina de evangelizar.

Evangelho é sol nas almas, é luz no caminho dos homens, é elo abençoado para união perfeita.

Evangelizemos nossos lares, meus filhos, doando à nossa família a bênção de hospedarmos o Cristo de Deus em nossas casas.

A oração em conjunto torna o lar um santuário de amor onde os espíritos mais nobres procuram auxiliar mais e mais, dobrando os talentos de luz que ali são depositados.

Evangelizemos nossas crianças, espíritos forasteiros do infinito em busca de novas experiências, à procura da evolução espiritual.

Sabemos que a Terra é um formoso Educandário e o Mestre Divino, de sua cátedra de Amor, exemplifica pela assistência constante, o programa a ser tratado.

Evangelizemos nossos companheiros de trabalho, pelo exemplo na conduta nobre, pelo perdão constante.

Evangelizemo-nos, guardando nossas mentes e nossos corações na bênção dos ensinos sublimes.

Estamos na Terra mas alistamo-nos nas fileiras do Cristianismo para erguemos bem alto a bandeira de luz do Mestre Divino: “Amai-vos uns aos outros como vos tenho amado”.

Evangelizemos.

Os tempos são chegados, os corações aflitos pedem amparo, os desesperados suplicam luz.

Há um grito que ressoa pelo infinito!

Pai, socorre-nos!

Filhos, somente através do Evangelho vivido à luz da Doutrina Espírita, encontrará o homem a paz, a serenidade e o caminho do amor nobre.

Conclamamos os corações de boa vontade:

Evangelizem;

Evangelizemos.

Acendamos a luz dos ensinos divinos para que a Terra se torne um sol radioso no infinito, conduzindo uma Família humana integrada nos princípios da vida em hosanas ao seu Criador.

Filhos, peçamos ao Pai inspiração e prossigamos para o alto porquanto somente Cristo com o Seu saber e o Seu coração de luz poderá iluminar nossos caminhos.




Autor: Bezerra de Menezes
Psicografia de Maria Cecília Paiva

EQUIPE AIJ-SEFA

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

ENCERRAMENTO EVANGELIZAÇÃO 2016

Bom pessoal temos umas imagens para passar para vocês, mas antes querermos dizer que foi um ano muito bom aqui na evangelização, e que em 2017 estaremos firmes e fortes na tarefa. 

Queremos agradecer aos evangelizadores, essa turma trabalha duro para trazer o melhor para os evangelizandos, alguns trocam ideias sobre os encontros até meia noite ou mais... Estudam a melhor forma de passar o tema da semana, com a orientação de apostila e das obras básicas do espiritismo... Participam de reuniões, capacitações, eventos da evangelização e de outras áreas da casa. São todos trabalhadores voluntários sempre dispostos que assumiram um compromisso lá no plano espiritual e na nossa opinião estão fazendo muito bem a sua parte. Como bons espíritas, organizam, trabalham, pagam o convite e ainda ficam para limpar o salão.  Muito obrigado!
  
Aos pais e a direção da SEFA, podem ter certeza que reconhecemos a confiança depositada em nosso grupo, também que estamos sempre dispostos a conversar e ajustar o trabalho para que fique cada vez melhor para todos. Que possamos juntos nos melhorar, nos aceitar e nos amar assim como Jesus nos amou.
 

Também agradecemos por estarmos juntos, aos que vem de longe, aos que saem do trabalho e vem pra , aos que abrem mão de outras coisas dando prioridade a evangelização, aos que olham as dificuldades como desafios de melhora, aos que tem amor a tarefa, aos que tem o olhar de mãe, olhar de pai aos evangelizandos, aos que nos surpreendem com tanta criatividade e dedicação na obra do Cristo, ou seja agradecemos a todos vocês!

Que entre o sentimento e a energia do Natal e ano novo, possa germinar em nossos corações a sementinha plantada aqui na evangelização. Que possamos sonhar, acreditar e trabalhar por um mundo melhor e mais humano.
 
Teremos outras 365 novas oportunidades de dizer à vida, que queremos ser felizes e sabemos, que depende de nós isso virar realidade!
 
Agradecemos a Deus por estarmos juntos nesse ano, e as vezes nós pensamos... hoje eu não vou... Não vai fazer diferença... Queremos dizer que faz e faz muita diferença a presença de vocês, pois cada um marcou nossas tardes, de maneira única e especial. Que as experiências compartilhadas até aqui, sejam a alavanca para alcançarmos a alegria, a paz, a amizade e principalmente, a chave de tudo, que como Jesus nos ensinou é o amor.
 
Que possamos fazer como diz a prece de Francisco de Assis:

Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, Fazei que eu procure mais Consolar, que ser consolado; compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna.
Desejamos à todos ótimas férias, um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo!
Então pessoal muito obrigado!



EQUIPE AIJ SEFA
Dezembro-2016



















quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

MENSAGEM DE MEIMEI SOBRE A EVANGELIZAÇÃO









Abençoados sejamos todos nós que aqui nos reunimos, sob o amparo de Deus, nosso Pai celestial, e de Jesus, nosso guia.

Que a paz do Senhor nos acompanhe a existência, onde quer que estejamos!

No momento em que a Casa de Ismael comemora o Centenário da Evangelização Espírita da Criança, fomos tocados por este gesto que nos reporta aos dedicados confrades de todas as épocas, envolvidos na nobre tarefa espírita de educar as novas gerações.  

Constatamos que o trabalho de evangelização, em qualquer faixa etária, é o amor em ação, mas que pode, muitas vezes, escapar ao entendimento dos que ainda se encontram distantes do verdadeiro sentido da arte de educar, mesmo sendo pessoas imbuídas de boa vontade ou portadoras de significativa aquisição intelectual.

 Educar é ver mais além, projetar-se no futuro. Educar extrapola a aplicação de técnicas e recursos didáticos que, a despeito de serem legítimos e úteis, estão atrelados, em geral, a metodologia que no mundo priorizam o período que vai do berço ao túmulo, desconsiderando a imortalidade do Espírito. Neste contexto, percebemos que os usuais processos e métodos educativos selecionados revelam-se simplificadores por desconhecerem, intencionalmente ou não, as experiências reencarnatórias pretéritas do ser reencarnado e seus estágios no plano espiritual.

Reconhecemos que estudiosos e pesquisadores da educação são almas devotadas, merecedoras de consideração e respeito porque trazem ao mundo – ainda tão focado nas necessidades transitórias da matéria – um pouco de luz e de esclarecimento, contribuindo para que a Humanidade se organize em melhores condições de vida. Contudo, falta-lhes em sua generalidade o empenho de investir na edificação moral do indivíduo e das coletividades, sendo-lhes mais fácil manterem-se acomodados na periferia do conhecimento humano que destaca a valorização da inteligência e prioriza o imediatismo da vida.

Enquanto o ser humano não aprender, efetivamente, conjugar o verbo amar e reconhecer-se como filho de Deus e irmãos uns dos outros, os seus propósitos existenciais estarão voltados para a expansão intelectual, em detrimento dos valores morais. Para que a Humanidade alcance melhor patamar evolutivo, a educação deve associar inteligência e moralidade. Moralidade que extrapola teologias, normas e dogmas religiosos, por se fundamentar em prática do bem, que analisa de forma reflexiva as consequências das próprias ações individuais e que adota, como regra universal de convivência, a milenar orientação recordada por Jesus: “Fazer ao outro o que gostaria que o outro nos fizesse.” (1)

 Unidos em torno do ideal do bom entendimento mútuo, o indivíduo educado, intelecto e moralmente, se transforma em servidor da Humanidade e nem instrumento de Deus, contribuindo para que a fraternidade se estabeleça definitivamente no Planeta. Isto só irá acontecer se a educação viabilizar a transformação íntima do Espírito.
A educação será considerada bem entendida e bem vivenciada se for capaz de educar integralmente o ser humano. Para atingir tal expectativa é preciso compreender a essência deste ensinamento do Mestre Nazareno, que permanece atemporal: “Deixai vir a mim as criancinhas e não as impeçais.” (2)

Com esta exortação, Jesus reserva na Boa Nova mais uma lição inestimável, asseverando  que não devemos impor obstáculos entre ele e as criancinhas, sejam elas Espíritos que se encontram nos primeiros anos da nova reencarnação, sejam almas que ainda jornadeiam nos estágios primários da evolução. Cuidar da criança, segundo o entendimento evangélico, se faz com afeto, atenção, respeito e muito amor.

Vemos então, neste mundo de Deus, que o “cuidar evangélico” não se limita, a rigor, à dependência de recursos materiais disponíveis ou às teorias acadêmicas. A disponibilidade de recursos pode, em certas circunstâncias, até desfavorecer a educação sempre que estiver atrelada ao espírito da competitividade, da vaidade ou do individualismo. São condições desfavoráveis que, se instaladas no seio de uma comunidade, produzem resultados incontroláveis, no tempo e no espaço, com graves prejuízos aos processos evolutivos dos educandos.

Como mecanismo de reflexão e de autoavaliação, observamos que os nossos equívocos do passado retornam ao presente, clamando por quitação das dívidas contraídas perante as leis divinas. Não nos enganemos, quando a cobrança chega delineia-se o momento propício para reparar falhas, corrigir decisões, reajustar o caminho. Conscientes da manifestação da lei de causa e efeito, como espíritas já detemos a compreensão de que é preciso sair da superfície do querer apenas fazer algo de bom, mas mergulhar na firma decisão de vivenciar a mensagem do Evangelho, garantindo compromisso com o amor, o elemento que fornece equilíbrio espiritual, em qualquer situação.

Neste propósito, recordemos esta outra advertência do Cristo: “onde está o teu tesouro também está o teu coração.” (3) É válido, portanto, indagar: “Que tesouro esperamos encontrar na vida?” A resposta à pergunta fornece pistas do que já conquistamos, em termos de aprendizado do Evangelho, e o que precisa ser incorporado ao nosso patrimônio espiritual.

Esses e outros ensinamentos do Mestre Nazareno assomem ao nosso coração diante da homenagem de um século de evangelização espírita da criança o cenário da Federação Espírita Brasileira. Excetuando as decisões do Alto, que vela por todos nós, a nossa FEB marcou, há cem anos, o início da evangelização espírita da criança, fazendo chegar aos pequeninos o Evangelho de Jesus à luz da Doutrina Espírita. Neste momento tão especial, pedimos então permissão aos irmãos e irmãs que envergam a vestimenta física para lembrar-lhes que é preciso caminharmos juntos, mantendo os passos alinhados aos propósitos do Evangelho de Jesus, visto que já se opera nos horizontes espirituais do Planeta uma profunda e radical transformação.
 Um número crescente de Espíritos que sofrem irão bater-lhes às portas, convocando-os à responsabilidade de oferecer-lhes um mundo melhor, regenerado, no qual o Cristo permanece no leme.

Movimentos renovadores e progressistas, sob o amparo do Cristo, surgirão aqui e ali, disseminados pela moradia terrestre, voltados para a transformação moral da criatura humana. Fazem um apelo aos corações generosos que se dediquem a amenizar a dor e as necessidades do próximo, amparando-o, segundo os ditames do Evangelho: “alimenta a quem tem fome, dessedenta o que tem sede e veste ao que se encontra desnudo, visita o que está doente ou preso...” (4)
 Milhares de Espíritos endividados retornam às lides da vida física, confiantes de que serão amparados pela bondade do coração humano. Surgirão na vida de cada um vestidos da roupagem de crianças que imploram para não sofrerem ou provocarem qualquer tipo de abuso e traumas, condições que lhes inviabilizam o planejamento reencarnatório.

 Faz-se necessário, todavia, agir com cautela. Considerar que estamos diante de uma mudança gradativa que apenas se iniciou, mas não ignorar que pululam no mundo Espíritos comprometidos com as sombras, e que assim, possivelmente, se manterão após o renascimento no corpo físico. São almas que não se acham, ainda, aliadas à causa do Cristo, mas aos próprios interesses: surgirão em massa compacta, portadores de desenvolvida inteligência aplicada em diferentes áreas do saber.

 É preciso, então, não se deixarem levar pelas aparências, encaminhando tais Espíritos à segura orientação moral do Evangelho desde a idade precoce, a fim de auxiliá-los na própria melhoria espiritual. São Espíritos que estão e estarão renascendo confiantes no propósito de serem reeducados, de serem conduzidos ao bem, apoiados na palavra dos seguidores do Mestre – o qual, para muitos, ainda está longe do entendimento – e no carinho e na dedicação dos evangelizadores.

Ante tais desafios, é imperioso alimentar a fé no Amor Maior que tudo sabe e tudo vela. Não cabe, portanto, qualquer manifestação de temor diante das provocações e arrazoados dos adversários do bem ou das dificuldades que vêm pela frente.

Não temam! Espíritos peregrinos encontram-se muito próximos a vocês, ombreando-se aos obreiros dedicados e fieis.

O desafio é grande, mas mantemos a confiança no Pai, recordando a exortação do valoroso Paulo de Tarso: “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (5)

O importante é cuidarmos das nossas crianças! Orientá-las com segurança e amor.

No momento que a Casa de Ismael comemora Cem Anos de Evangelização Espírita da Criança, indicamos como sugestão nos manter atentos e sensibilizados ao sofrimento do próximo, abraçando com sincero afeto os seres frágeis que se encontram na infância. Precisamos agora, mais do que nunca, de menos teoria e mais sentimento.

Guardemos a devida compreensão de que é preciso perseverar no bem, pois a palavra de ordem continua sendo a mesma que ecoa há mais de dois mil anos: doa amor.

O trabalhador da evangelização deve, pois, e sob quaisquer condições, refletir a mensagem do Senhor, anteriormente citada: “Deixai vir a mim as criancinhas, porque delas é o reino dos céus.”

Este é o nosso papel no mundo: conduzir as crianças a Jesus, a despeito das nossas imperfeições e das lutas e embates da Humanidade, características do atraso moral que nos encontramos.

Todos nós, espíritas-cristãos, fomos convocados a trabalhar como servidores da seara do Cristo, agindo com simplicidade e humanidade, fraternidade e solidariedade, conscientes de que o próprio Jesus, nosso maior protetor abaixo de Deus, se colocou como um simples servidor.

Congratulamo-nos, pois, com os evangelizadores do passado e do presente pelo trabalho em prol da evangelização espírita da criança, transmitindo-lhes a nossa singela e humilde homenagem.

Com o coração colocado em cada palavra, registramos também o apreço, a gratidão e as saudações dos amigos do lado de cá que os acompanham na nobre tarefa de encaminhar as criancinhas para Jesus.

Um fraternal abraço e paz no coração.

Meimei
AIJ SEFA

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

ADAPTAÇÃO DOS FILHOS NA EVANGELIZAÇÃO

...
O período inicial de adaptação da criança à escola de evangelização, especialmente de crianças mais novas, deve ser visto e abordado com bastante sensibilidade e bom senso.

Há crianças que se adaptam com muita segurança e tranquilidade, não sendo necessária a presença dos pais e/ou responsáveis na evangelização. Outras exigem mais atenção e zelo, sendo importante considerar e respeitar as características da criança envolvida, dos evangelizadores, da turma e da família.

Inicialmente, é importante oferecer aos pais e responsáveis esclarecimentos prévios sobre o processo da evangelização, seus objetivos, programação e funcionamento na instituição espírita. Com tais elementos, a família poderá abordar junto à criança, no ambiente doméstico, os propósitos dela participar das atividades de evangelização, ressaltando as atividades interessantes que ela poderá realizar em sala.

Quando a criança solicita, de modo recorrente, a presença dos pais na evangelização, a equipe de coordenação da tarefa deve estar atenta para compreender o sentido desse comportamento, a fim de que possa melhor auxiliá-la em seu processo de adaptação e desenvolvimento.

Dessa forma, vale verificar se a criança apresenta dificuldade em permanecer sozinha em outros contextos ou se essa dificuldade surge apenas nas aulas de evangelização, para melhor entender a situação.

Para o êxito das atividades, é essencial considerar o bem estar e o conforto da criança no ambiente da evangelização, sem prejudicar sua autonomia, tampouco a dos evangelizadores.

Assim, quando necessária, a presença dos pais nos primeiros dias de evangelização pode ser bem-vinda, quando tiver o intuito de facilitar a transição da criança do ambiente familiar para a sala de aula, bem como de favorecer a formação do vínculo com os evangelizadores e com as demais crianças da turma. Para tanto, mostra-se válida uma adequada orientação aos pais nessa fase:

- Durante o período de adaptação da criança, os pais podem permanecer em sala como pontos de apoio e de incentivo à participação e ao engajamento da criança nas atividades propostas pelos evangelizadores, evitando interagir muito com o filho e envolvendo-se em outras atividades, como por exemplo, a leitura, a fim de que o vínculo de confiança entre a criança e o evangelizador seja fortalecido.

- Com a progressiva adaptação da criança, os pais podem iniciar seu afastamento da sala de evangelização com saídas para tomar água, utilizar o banheiro, atender ao telefone etc, de modo que suas ausências se estendam, gradativamente, por mais tempo e tornem-se mais frequentes, até não ser mais necessária sua entrada em sala.

- Os pais ainda podem ser orientados a combinar com as crianças de estarem à sua espera na porta a sala no instante que esta for aberta, ao final da aula. Atentem para a importância de tal combinado ser cumprido!

- Muitos Centros Espíritas oferecem atividades próprias para os pais durante a atividade de evangelização. Esclarecendo a criança quanto a isso, ela poderá compreender que os pais também estarão em momento de aprendizagem como ela.

Lembramos, ainda, que confraternizações são momentos de interação entre a família, a criança e o evangelizador podem e devem ser incentivados ao longo do ano, favorecendo o aprendizado conjunto e a vivência dos ensinamentos de Jesus à luz da Doutrina Espírita.

Outros momentos de diálogo e troca de informações e experiências entre a equipe de evangelização e as família dos evangelizandos podem ser promovidos, proporcionando a participação ativa dos pais no processo de evangelização dos filhos.

Desejosos de alegria e sucesso nos trabalhos de evangelização realizados, colocamo-nos à inteira disposição.
Fraternalmente,

Fonte: DIJ/FEB 




terça-feira, 9 de dezembro de 2014

O NATAL DE JESUS

A Sabedoria da Vida situou o Natal de Jesus frente do Ano Novo, na memória da Humanidade, como que renovando as oportunidades do amor fraterno, diante dos nossos compromissos com o Tempo.

Projetam-se anualmente, sobre a Terra os mesmos raios excelsos da Estrela de Belém, clareando a estrada dos corações na esteira dos dias incessantes, convocando-nos a alma, em silêncio, à ascensão de todos os recursos para o bem supremo.

A recordação do Mestre desperta novas vibrações no sentimento da Cristandade.

Não mais o estábulo simples, nosso pr6prio espírito, em cujo íntimo o Senhor deseja fazer mais luz...

Santas alegrias nos procuram a alma, em todos os campos do idealismo evangélico 

Natural o tom festivo das nossas manifestações de confiança renovada, entretanto, não podemos olvidar o trabalho renovador a que o Natal nos convida, cada ano, não obstante o pessimismo cristalizado de muitos companheiros, que desistiram temporariamente da comunhão fraternal.

E o ensejo de novas relações, acordando raciocínios enregelados com as notas harmoniosas do amor que o Mestre nos legou.

E a oportunidade de curar as nossas próprias fraquezas retificando atitudes menos felizes, ou de esquecer as faltas alheias para conosco, restabelecendo os elos da harmonia quebrada entre nós e os demais, em obediência à lição da desculpa espontânea, quantas vezes se fizerem necessárias.

È o passo definitivo para a descoberta de novas sementeiras de serviço edificante, atrav6s da visita aos irmãos mais sofredores do que n6s mesmos e da aproximação com aqueles que se mostram inclinados à cooperação no progresso, a fim de praticarmos, mais intensivamente, o princípio do “amemo-nos uns aos outros”.

Conforme a nossa atitude espiritual ante o Natal, assim aparece o Ano Novo à nossa vida.

O aniversário de Jesus precede o natalício do Tempo.

Com o Mestre, recebemos o Dia do Amor e da Concórdia.

Com o tempo, encontramos o Dia da Fraternidade Universal.

O primeiro renova a alegria.

O segundo reforma a responsabilidade.

Comecemos oferecendo a Ele cinco minutos de pensamento e atividade e, a breve espaço, nosso espírito se achará convertido em altar vivo de sua infinita boa vontade para com as criaturas, nas bases da Sabedoria e do Amor.

Não nos esqueçamos.

Se Jesus não nascer e crescer, na manjedoura de nossa alma, em vão os Anos Novos se abrirão iluminados para nós.



Autor: Emmanuel

Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Fonte de Paz

ENCERRAMENTO DAS ATIVIDADES DO DIJ - 2014

Realizamos no dia 29/11/2014 o encerramento das atividades de 2014 no DIJ.
Tarde muito agradável com o grupo de pais, os evangelizandos e evangelizadores, onde realizamos a brincadeira Ora Direita Ora a Esquerda e o Bingo.
Tudo com o propósito de integrar as famílias e darmos boas risadas e até aprendermos um pouco mais com o bingo.
O  DIJ SEFA agradece a todos pela presença, pela cooperação durante o ano e desejamos a todos um NATAL repleto do mais profundo amor e união, e um ANO NOVO com o objetivo de muitas realizações no bem.