domingo, 19 de agosto de 2012

DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS

      São classificadas em dois grupos:

      Lícitas - cigarro, bebidas alcoólicas, esteróides, moderadores de apetite, remédios para reduzir a ansiedade, etc...
      Ilícitas - crack, maconha, cocaína, heroínas ecstasy, etc...

      Drogas são substâncias capazes de alterar o funcionamento do organismo humano, de produzir alterações nas sensações físicas, psíquicas, emocionais e espirituais.

      A droga é um vício, uma carência do espírito, e tem várias bases para a sua instalação; conflitos interiores(fuga de si mesmo) e vários elementos de sustentação (sair a hora que quiser).

      O diálogo entre pais e filhos, pode ser o melhor caminho.

      As drogas prejudicam a saúde e antecipa o momento da desencarnação.

      A agressão do uso de drogas no organismo é tão acentuada que todos os que usam qualquer tipo de droga, durante a maior parte da vida, chegam ao mundo espiritual como suicidas inconscientes, embora com culpa bem menor, do que aqueles que se matam voluntariamente.

      Os efeitos nocivos das drogas ultrapassam os níveis puramente físicos, atingindo o perispírito.

      O usuário de drogas tem um padrão vibratório que sintoniza com desencarnados que se inebriam no mesmo vício.

      A reencarnação é uma oportunidade de libertação do vício do passado, mas nem sempre vitoriosa.

      É através da fé que podemos nos libertar do vício que nos angustia e que nos deprime cada vez mais, em vez de levar ao prazer, como erradamente pensamos em nossa vida material.

      É indispensável criar esta ligação, para que cheguemos à conclusão de que só nos viciamos quando já temos os nossos vícios na alma.

      Vícios também são a falta de compreensão, falta de tolerância, o nosso orgulho, a nossa vaidade e todas as outras dores da alma que levam aos nosso sofrimentos do dia a dia.

     
      Agradecemos ao Grupo de Pais da SEFA, pelo ótimo trabalho apresentado.



EQUIPE-DIJ SEFA

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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

O ADOLESCENTE DIANTE DA FAMÍLIA


Incontestavelmente, o lar é o melhor educandário, o mais eficiente, porque as lições aí ministradas são vivas e impressionáveis, carregadas de emoção e força. A família, por isso mesmo, é o conjunto de seres que se unem pela consangüinidade para um empreendimento superior, no qual são investidos valores inestimáveis que se conjugam em prol dos resultados felizes que devem ser conseguidos ao largo dos anos, graças ao relacionamento entre pais e filhos, irmãos e parentes.

Nem sempre, porém, a família é constituída por Espíritos afins, afetivos, compreensivos e fraternos.

Na maioria das vezes, a família é formada para auxiliar os equivocados a se recuperarem dos erros morais, a repararem danos que foram causados em outras tentativas nas quais malograram.

Assim, pois, há famílias-bênção e famílias-provação. As primeiras são aquelas que reúnem os Espíritos que se identificam nos ideais do lar, na compreensão dos deveres, na busca do crescimento moral, beneficiando-se pela harmonia freqüente e pela fraternidade habitual. As outras são caracterizadas pelos conflitos que se apresentam desde cedo, nas animosidades entre os seus membros, nas disputas alucinadas, nos conflitos contínuos, nas revoltas sem descanso.

(...)

A família, desse modo, é o laboratório moral para as experiências da evolução, que caldeia os sentimentos e trabalha as emoções, proporcionando oportunidade de equilíbrio, desde que o amor seja aceito como o grande eqüacionador dos desafios e das dificuldades.

Invariavelmente, por falta de estrutura espiritual e desconhecimento da Lei das reencarnações, as pessoas que se reencontram na família, quase sempre, dão vazão aos seus sentimentos e, ao invés de retificar os negativos, mais os fixam nos painéis do inconsciente, gerando novas aversões que complicam o quadro do relacionamento fraternal.

As vezes, a afetividade como a animosidade são detectadas desde o período da gestação, predispondo os pais a aceitação ou à rejeição do ser em formação, que lhes ouvem as expressões de carinho ou lhes sentem as vibrações inamistosas, que se irão converter em conflitos psicológicos na infância e na adolescência, gerando distúrbios para toda a existência porvindoura.

Renasce-se, portanto, no lar, na família de que se tem necessidade, e nem sempre naquela que se gostaria ou que se merece, a fim de progredir e limar as imperfeições com o buril da fraternidade que a convivência propicia e dignifica.

Em razão disso, o adolescente experimenta na família esses choques emocionais ou se sente atraído pelas vibrações positivas, de acordo com os vínculos anteriores que mantém com o grupo no qual se encontra comprometido. Essa aceitação ou repulsão irá afetar de maneira muito significativa o seu comportamento atual, exigindo, quando negativa, terapia especializada e grande esforço do paciente, a fim de ajustar-se à sociedade, que lhe parecerá sempre um reflexo do que viveu no ninho doméstico.

A família equilibrada, isto é, estruturada com respeito e amor, é fundamental para uma sociedade justa e feliz. No entanto, a família começa quando os parceiros se resolvem unir sexualmente, amparados ou não pelo beneplácito das Leis que regem as Nações, respeitando-se mutuamente e compre­endendo que, a partir do momento em que nascem os filhos, uma grande, profunda e significativa modificação se deverá dar na estrutura do relacionamento, que agora terá como meta a harmonia e felicidade do grupo, longe do egoísmo e do interesse imediatista de cada qual.

Infelizmente, não é o que ocorre, e disso resulta uma sociedade juvenil desorganizada, revoltada, agressiva, desinteressada, cínica ou depressiva, deambulando pelos rumos torpes das drogas, da violência, do crime, do desvario sexual...

Os pais devem unir-se, mesmo quando em dificuldade no relacionamento pessoal, a fim de oferecerem segurança psicológica e física à progênie.

Essa tarefa desafiadora é de grande valia para o conjunto social, mas não tem sido exercida com a elevação que exige, em razão da imaturidade dos indivíduos que se buscam para os prazeres, nos quais há uma predominância marcante de egoísmo, com altas doses de insensatez, desamor e apatia de um pelo outro ser com quem vive, quando as ocorrências não lhes parecem agradáveis ou interessantes.

(...)

O adolescente, em um lar desajustado, naturalmente experimenta as conseqüências nefastas dos fenômenos de agressividade e luta que ali têm lugar, escondendo as próprias emoções ou dando-lhes largas nos vícios, a fim de sobreviver, carregado de amargura e asfixiado pelo desamor.

Apesar dessa situação, cabe ao adolescente em formação da personalidade, compreender a conjuntura na qual se encontra localizado, aceitando o desafio e compadecendo-se dos genitores e demais familiares envolvidos na luta infeliz, como sendo seres enfermos, que estão longe da cura ou se negam a terapia da transformação moral.

É, sem dúvida, o mais pesado desafio que enfrenta o jovem, pagar esse elevado ônus, que é entender aqueles que deveriam fazê-lo, ajudar aqueles que, mais velhos e, portanto, mais experientes, tinham por tarefa compreendê-lo e orientá-lo.

O lar é o grande formador do caráter do educando. Muitas vezes, no entanto, lares infelizes, nos quais as pugnas por nonadas se fazem cruentas e constantes, não chegam a perturbar adolescentes equilibrados, porque são Espíritos saudáveis e ali se encontram para resgatar, mas também para educar os pais, servir de exemplo para os irmãos e demais familiares. Não seja, pois, de estranhar, os exemplos históricos de homens e mulheres notáveis que nasceram em lares modestos, em meios agressivos; em famílias degeneradas, e superaram os limites, as dificuldades impostas, conseguindo atingir as metas para as quais reencarnaram.

Quando o espírito de dignidade humana estar em vigor nos adultos, que se facultarão amadurecer emocionalmente antes de assumirem os compromissos da progenitura, haverá uma mudança radical nas paisagens da família, iniciando-se a época da verdadeira fraternidade.

Quando o sexo for exercido com responsabilidade e não agressivamente; quando os indivíduos compreenderem que o prazer cobra um preço, e este, na união sexual, mesmo com os cuidados dos preservativos, é a fecundação, haverá uma mudança real no comportamento geral, abrindo espaço para a adolescência bem orientada na família em equilíbrio.

Seja, porém, qual for o lar no qual se encontre o adolescente, terá ele campo para a compreensão da fragilidade dos pais e dos irmãos, para avaliação dos seus méritos. Se não for compreendido ou amado, esforce-se para amar e compreender, tendo em vista que é devedor aos genitores, que poderiam haver interrompido a gravidez, e, no entanto, não o fizeram.

Assim, o adolescente tem, para com a família, uma dívida de carinho, mesmo quando essa não se dê conta do imenso débito que tem para com o jovem em formação. Nesse tentame, o de compreender e desculpar, orando, o adolescente contará com o auxílio divino que nunca falta e a proteção dos seus Guias Espirituais, que são responsáveis pela sua nova experiência reencarnatória.





Do Livro: ADOLESCÊNCIA E VIDA

Por: DIVALDO PEREIRA FRANCO, ditado pelo espírito JOANNA DE ÂNGELIS


EQUIPE-DIJ SEFA




quarta-feira, 8 de agosto de 2012

LEI DE CAUSA E EFEITO






Este trabalho foi realizado pela Juventude III, coordenada pelos nossos evangelizadores Sonia e o Marcio, juntamente com os evangelizandos.





Lei de causa e efeito (Filosofia)

A lei de causa e efeito, afirmada como sendo uma "lei" em Filosofia, argumenta que todo efeito deve ter uma causa.

É uma argumentação usada pelos criacionistas para questionar a teoria da evolução dos seres vivos como solução da origem da vida. Descartes afirmou que: "Não há nenhuma coisa existente da qual não se possa perguntar qual é a causa".

Aristóteles afirmava que "uma pedra de granito poderia se transformar numa estátua desde que um escultor se dispusesse a esculpi-la". Aristóteles acreditava que na natureza havia uma relação de causa e efeito e também acreditava na causa da finalidade. Deste modo, não queria saber apenas o porquê das coisas, mas também a intenção, o propósito e a finalidade que estavam por trás delas.




Lei de causa e efeito (Cristianismo)

Na Bíblia, no Antigo Testamento, Deus é apresentado como a causa eficiente e primeira de todas as coisas.[1]

No Cristianismo, Jesus Cristo é apresentado como o Logos no início do Evangelho Segundo João. Para os gregos da época, este termo identificava Jesus como o "Primeiro Motor" de Aristóteles. Para o judeu este termo também reportava à criação, visto que logos pode ser traduzido por palavra ou sabedoria. Os atos de criação são descritos como ações da palavra de Deus.[2][3] Igualmente a Sabedoria é personificada no livro de Provérbios e está presente na criação.[4]

Aristóteles afirmava que "uma pedra de granito poderia se transformar numa estátua desde que um escultor se dispusesse a esculpi-la".[5] Aristóteles acreditava que na natureza havia uma relação de causa e efeito e também acreditava na causa da finalidade. Deste modo, não queria saber apenas o porquê das coisas, mas também a intenção, o propósito e a finalidade que estavam por trás delas. Neste sentido, Jesus agrega os dois elementos, a Causa e Efeito, ao ser chamado de Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim.[6][7][8] Tais afirmações correspondem ao descrito no livro do profeta Isaías.[9][10][11]

Jesus Cristo, como imagem do Deus invisível ou Verbo encarnado, é causa tanto do mundo material como do espiritual[12]

A lei universal da Causa e do Efeito é uma das argumentações usadas para a existência de Deus e como solução da origem da vida. Descartes afirmou que: "Não há nenhuma coisa existente da qual não se possa perguntar qual é a causa".[13]


Aqui não se trata de qualquer tipo de causa, mas da causa eficiente e primeira. Não pode também ser confundida com uma simples ação, visto que nem toda ação é necessariamente uma causa ou produz algo novo.


 


 


 


 


 


 Lei de causa e efeito (Budismo)




Na filosofia budista, a chamada lei de causa e efeito parte do pressuposto que tudo o que é vivo no universo está sujeito a tal lei. Uma ação, uma palavra ou um pensamento, é uma forma de criar uma causa. O efeito corresponde a causa praticada, boa ou má. Uma pessoa que leva sofrimento a outra, terá uma vida vazia e infeliz. Ao contrario uma pessoa que leva felicidade e esperança a outras pessoas terá uma vida feliz e próspera.

§  Dhammaniyama: a lei da natureza de causa e efeito;

§  Utuniyama: a lei da natureza que diz respeito aos objetos físicos (leis físicas);

§  Bijaniyama: a lei da natureza que diz respeito aos seres vivos e à hereditariedade (leis biológicas);

§  Cittaniyama: a lei da natureza que diz respeito aos processos mentais (leis psicológicas ou psíquicas);

§  Kammaniyama: a lei de kamma que é de particular importância na determinação do bem estar humano e está diretamente relacionada com o comportamento humano sob a perspectiva da ética.




Lei de causa e efeito (Doutrina Espírita)


A Lei de causa e efeito é um dos princípios fundamentais preconizados pela Doutrina Espírita para explicar as contingências ligadas à vida humana. Também é conhecida na literatura espírita como Lei da Causalidade.

Segundo ela, a todo ato da vida moral do homem corresponderia uma reação semelhante dirigida a ele, criando-se, assim, algo similar ao "cosmos ininterrupto de retribuição ética", a que alude Max Weber em Economia e Sociedade.

Esta lei procura explicar os acontecimentos da vida atribuindo um "motivo justo", e uma "finalidade proveitosa" para todos os acontecimentos com que se depara o homem, inclusive o sofrimento.


EQUIPE-DIJ SEFA