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Quando o homem gravar na própria
alma
Os parágrafos luminosos da Divina Lei, O companheiro não repreenderá o companheiro, O irmão não denunciará outro irmão. O cárcere cerrará suas portas, Os tribunais quedarão em silêncio. Canhões serão convertidos em arados, Homens de armas volverão à sementeira do solo. O ódio será expulso do mundo, As baionetas repousarão, As máquinas não vomitarão chamas para o incêndio e para a morte, Mas cuidarão pacificamente do progresso planetário. A justiça será ultrapassada pelo amor. Os filhos da fé não somente serão justos, Mas bons, profundamente bons. A prece constituir-se-á de alegria e louvor E as casas de oração estarão consagradas ao trabalho sublime da fraternidade suprema. A pregação da Lei Viverá nos atos e pensamentos de todos, Porque o Cordeiro de Deus Terá transformado o coração de cada homem Em tabernáculo de luz eterna, Em que o seu Reino Divino Resplandecerá para sempre.
EMMANUEL
"Pão Nosso", 41, FCXavier, FEB)
“E não mais ensinará cada um a seu
próximo, nem cada um a seu irmão, dizendo: - Conhece o Senhor! porque todos
me conhecerão, desde o menor deles até ao maior.” — Paulo.
(Hebreus, cap. 8, versículo 11)
DIJ SEFA DESEJA A TODOS VOTOS DE UM 2013 REPLETO DE MUITA PAZ E MUITO AMOR!!!
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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
NO FUTURO
sábado, 15 de dezembro de 2012
terça-feira, 20 de novembro de 2012
PRÁTICAS EXTERIORES
É muito
difícil a uma pessoa que foi acostumada a uma religião com rituais despojar-se
de todas essas práticas ao ingressar nas hostes espíritas. Também muitos, que
desde o berço foram encaminhados para a Doutrina Espírita, mas que trazem de
outras vidas um passado religioso ligado a ritos, dogmas e manifestações
devocionais exteriores, têm dificuldade de vivenciar a simplicidade e o
despojamento que os ensinos espíritas apresentam, pelo atavismo muito presente.
A maioria das pessoas ainda sente a necessidade de cultuar imagens, símbolos, mitos, atitudes, enfim, com as quais julgam evidenciar e fortalecer a fé. Soma-se a isso o condicionamento imposto pela sociedade, já que a maioria faz assim, age desse modo, diz que esse é o melhor processo, numa tradição arraigada que se transmite de geração a geração.
Vindo para o Espiritismo, tais pessoas carregam consigo todos esses hábitos, que se transformaram, à custa de constante repetição, numa segunda natureza. Agem automaticamente e torna-se-lhes dificílima a incorporação de novos hábitos totalmente opostos. É preciso tempo, esclarecimento e força de vontade.
Muitas destas práticas devocionais ostensivas são mais facilmente suprimidas. Outras, entretanto, mais subjetivas, permanecem firmes, enquistadas na alma do crente, vindo a aflorar nos exatos momentos em que surge o estímulo através de situações propícias.
Assim, não é raro encontrarmos aqueles que, nas Casas Espíritas, ainda estão apegados às imagens; outros consideram imprescindível aos médiuns o uso das roupas brancas; os que recomendam também os banhos de sal grosso ou de pétalas de rosas brancas como preparação para os trabalhos mediúnicos etc.
Ultimamente, outras novidades surgiram: os cristais, a cromoterapia, as pirâmides, os incensos etc. Muitos não se libertaram do culto aos mortos, que se manifesta através da visitação periódica ao cemitério, onde pensam encontrar junto ao túmulo aqueles que partiram, com ênfase especial para o "dia de finados".
Em relação à morte, o desapego dessas práticas é bastante custoso. Uma semana após o funeral de um ente querido, os parentes crêem ser imprescindível uma prece em plena reunião pública do Centro Espírita, isto quando não solicitam um culto especial em homenagem ao falecido. Muitos companheiros ficam até ressentidos com a instituição espírita que não adota tais práticas, julgando ser indiferença, ingratidão ou pouco apreço ante a dor que estão sentindo.
O mesmo ocorre nas datas festivas. Quando nasce uma criança não conseguem entender por que não se faz uma prece no Centro em benefício do Espírito que acaba de reencarnar. Se há um casamento alvitram a possibilidade de uma reunião na Casa Espírita para que se firme o enlace espiritual. Julgam que os Mentores da Casa devem vir abençoar a criança que nasce, o casal que se une, o Espírito que se foi. Concessões vão sendo feitas para melhor atender a essas necessidades e agradar ao público.
Respeitamos profundamente os sentimentos que ainda estão enraizados na alma do povo. Mas, em Doutrina Espírita não se pode contemporizar ou haver omissão com vistas às práticas exteriores. Através dos seus ensinamentos entendemos que todas essas demonstrações religiosas são absolutamente desnecessárias.
Manoel Philomeno de Miranda, em seu livro Nos Bastidores da Obsessão, psicografia de Divaldo Franco, trata exatamente desse assunto, no capítulo 16 (Ed. FEB), registrando as explicações de José Petitinga, o insigne espírita baiano, quando interrogado por um jovem espírita nas vésperas de seu casamento, sobre se no Espiritismo não deveria haver uma cerimônia qualquer para comemorar os grandes acontecimentos da vida. É oportuna a sua resposta, da qual transcrevemos alguns trechos:
" - O Espiritismo é a Doutrina de Jesus, em espírito e verdade, sem fórmulas nem ritos, sem aparências nem representantes, sem ministros. É a religião do amor e da verdade, na qual cada um é responsável pelos próprios atos, respondendo por eles, conforme o conhecimento que tenha da Imortalidade, dos deveres. 'É a Religião da Filosofia, a Filosofia da Ciência e a Ciência da Religião', conforme predicou Vianna de Carvalho em nossa Casa, com justas razões. Não se firma em enunciados estranhos à Boa Nova e tudo quanto os Espíritos informaram ao Missionário Allan Kardec se encontra fundamentado nos Evangelhos.
EQUIPE - DIJ SEFA
A maioria das pessoas ainda sente a necessidade de cultuar imagens, símbolos, mitos, atitudes, enfim, com as quais julgam evidenciar e fortalecer a fé. Soma-se a isso o condicionamento imposto pela sociedade, já que a maioria faz assim, age desse modo, diz que esse é o melhor processo, numa tradição arraigada que se transmite de geração a geração.
Vindo para o Espiritismo, tais pessoas carregam consigo todos esses hábitos, que se transformaram, à custa de constante repetição, numa segunda natureza. Agem automaticamente e torna-se-lhes dificílima a incorporação de novos hábitos totalmente opostos. É preciso tempo, esclarecimento e força de vontade.
Muitas destas práticas devocionais ostensivas são mais facilmente suprimidas. Outras, entretanto, mais subjetivas, permanecem firmes, enquistadas na alma do crente, vindo a aflorar nos exatos momentos em que surge o estímulo através de situações propícias.
Assim, não é raro encontrarmos aqueles que, nas Casas Espíritas, ainda estão apegados às imagens; outros consideram imprescindível aos médiuns o uso das roupas brancas; os que recomendam também os banhos de sal grosso ou de pétalas de rosas brancas como preparação para os trabalhos mediúnicos etc.
Ultimamente, outras novidades surgiram: os cristais, a cromoterapia, as pirâmides, os incensos etc. Muitos não se libertaram do culto aos mortos, que se manifesta através da visitação periódica ao cemitério, onde pensam encontrar junto ao túmulo aqueles que partiram, com ênfase especial para o "dia de finados".
Em relação à morte, o desapego dessas práticas é bastante custoso. Uma semana após o funeral de um ente querido, os parentes crêem ser imprescindível uma prece em plena reunião pública do Centro Espírita, isto quando não solicitam um culto especial em homenagem ao falecido. Muitos companheiros ficam até ressentidos com a instituição espírita que não adota tais práticas, julgando ser indiferença, ingratidão ou pouco apreço ante a dor que estão sentindo.
O mesmo ocorre nas datas festivas. Quando nasce uma criança não conseguem entender por que não se faz uma prece no Centro em benefício do Espírito que acaba de reencarnar. Se há um casamento alvitram a possibilidade de uma reunião na Casa Espírita para que se firme o enlace espiritual. Julgam que os Mentores da Casa devem vir abençoar a criança que nasce, o casal que se une, o Espírito que se foi. Concessões vão sendo feitas para melhor atender a essas necessidades e agradar ao público.
Respeitamos profundamente os sentimentos que ainda estão enraizados na alma do povo. Mas, em Doutrina Espírita não se pode contemporizar ou haver omissão com vistas às práticas exteriores. Através dos seus ensinamentos entendemos que todas essas demonstrações religiosas são absolutamente desnecessárias.
Manoel Philomeno de Miranda, em seu livro Nos Bastidores da Obsessão, psicografia de Divaldo Franco, trata exatamente desse assunto, no capítulo 16 (Ed. FEB), registrando as explicações de José Petitinga, o insigne espírita baiano, quando interrogado por um jovem espírita nas vésperas de seu casamento, sobre se no Espiritismo não deveria haver uma cerimônia qualquer para comemorar os grandes acontecimentos da vida. É oportuna a sua resposta, da qual transcrevemos alguns trechos:
" - O Espiritismo é a Doutrina de Jesus, em espírito e verdade, sem fórmulas nem ritos, sem aparências nem representantes, sem ministros. É a religião do amor e da verdade, na qual cada um é responsável pelos próprios atos, respondendo por eles, conforme o conhecimento que tenha da Imortalidade, dos deveres. 'É a Religião da Filosofia, a Filosofia da Ciência e a Ciência da Religião', conforme predicou Vianna de Carvalho em nossa Casa, com justas razões. Não se firma em enunciados estranhos à Boa Nova e tudo quanto os Espíritos informaram ao Missionário Allan Kardec se encontra fundamentado nos Evangelhos.
- E não
poderíamos [perguntou o noivo, interessado em ouvir a opinião de Petitinga
sobre o assunto] formular uma oração de ação de graças em momentos que tais?
- Sim, orar, podemos fazê-lo, porém, na intimidade dos corações, no silêncio do quarto. Uma oração pública requer sempre alguém mais bem adestrado, de verbo fácil e inspirado. Assim, iremos transferindo para outrem o que nos cabe fazer. E como orar é banhar-se de luz e penetrar- se de paz, pela decorrente comunhão com o Alto, devemos fazê-lo, nós mesmos, cada um, em particular. Que os compromissados o façam, está muito bem; que os nubentes o realizem, na intimidade da alcova, é de necessidade; que os aniversariantes o produzam, no altar da alma, é muito justo. Mas evitemos hoje que a nossa emoção e a nossa festividade sejam transformadas amanhã num culto exterior, que tenhamos começado... Cada um de nós, aqui presente, deve estar em oração silenciosa de bons pensamentos, em atitude de prece pela sobriedade dos atos, mediante o respeito moral e fraternal que nos devemos todos uns aos outros...
O Espiritismo é a religião que religa, permitam-nos a redundância, a criatura ao Criador, interiormente... Que tenhamos mais atitudes do que palavras !..." O Espiritismo leva o ser humano a uma profunda vivência interior, o que para grande número de pessoas é difícil alcançar. Precisam ainda de sinais exteriores, de práticas evidentes, de demonstrações ostensivas. Entretanto, quando começamos a apreender a Doutrina e a introjetá-la em nosso íntimo, vamos aos poucos nos despojando de todas as exterioridades. Quando a nossa fé se solidifica, por racional e lógica, temos a certeza do amparo Divino, da presença dos Amigos Espirituais, da realidade da vida futura, dos ensejos redentores que a reencarnação propicia, certezas estas que nos plenificam de esperanças ante o porvir que se inicia no minuto que vem.
Lembremo-nos sempre que não há necessidade de quaisquer cerimônias para que os Benfeitores Espirituais nos amparem, ajudem, socorram e amem. É preciso apenas o nosso pensamento em prece e o nosso coração sintonizado com o Bem.
E diante dos grandes acontecimentos de nossa existência, aprendamos que é no recesso do lar, na intimidade do nosso coração e junto aos entes que amamos, no altar nobre dos nossos sentimentos mais elevados, que devemos cultuar a Deus. Se dúvidas ainda existirem, recordemos Allan Kardec, o missionário da Terceira Revelação, que não necessitou de símbolos, cerimônias e rituais para receber de Jesus, através dos Espíritos Superiores, o Consolador que Ele prometera à Humanidade. Na austeridade e sobriedade de seu gabinete de trabalho ele se fez apóstolo da Verdade, tendo como únicos paramentos a pena e o papel.
- Sim, orar, podemos fazê-lo, porém, na intimidade dos corações, no silêncio do quarto. Uma oração pública requer sempre alguém mais bem adestrado, de verbo fácil e inspirado. Assim, iremos transferindo para outrem o que nos cabe fazer. E como orar é banhar-se de luz e penetrar- se de paz, pela decorrente comunhão com o Alto, devemos fazê-lo, nós mesmos, cada um, em particular. Que os compromissados o façam, está muito bem; que os nubentes o realizem, na intimidade da alcova, é de necessidade; que os aniversariantes o produzam, no altar da alma, é muito justo. Mas evitemos hoje que a nossa emoção e a nossa festividade sejam transformadas amanhã num culto exterior, que tenhamos começado... Cada um de nós, aqui presente, deve estar em oração silenciosa de bons pensamentos, em atitude de prece pela sobriedade dos atos, mediante o respeito moral e fraternal que nos devemos todos uns aos outros...
O Espiritismo é a religião que religa, permitam-nos a redundância, a criatura ao Criador, interiormente... Que tenhamos mais atitudes do que palavras !..." O Espiritismo leva o ser humano a uma profunda vivência interior, o que para grande número de pessoas é difícil alcançar. Precisam ainda de sinais exteriores, de práticas evidentes, de demonstrações ostensivas. Entretanto, quando começamos a apreender a Doutrina e a introjetá-la em nosso íntimo, vamos aos poucos nos despojando de todas as exterioridades. Quando a nossa fé se solidifica, por racional e lógica, temos a certeza do amparo Divino, da presença dos Amigos Espirituais, da realidade da vida futura, dos ensejos redentores que a reencarnação propicia, certezas estas que nos plenificam de esperanças ante o porvir que se inicia no minuto que vem.
Lembremo-nos sempre que não há necessidade de quaisquer cerimônias para que os Benfeitores Espirituais nos amparem, ajudem, socorram e amem. É preciso apenas o nosso pensamento em prece e o nosso coração sintonizado com o Bem.
E diante dos grandes acontecimentos de nossa existência, aprendamos que é no recesso do lar, na intimidade do nosso coração e junto aos entes que amamos, no altar nobre dos nossos sentimentos mais elevados, que devemos cultuar a Deus. Se dúvidas ainda existirem, recordemos Allan Kardec, o missionário da Terceira Revelação, que não necessitou de símbolos, cerimônias e rituais para receber de Jesus, através dos Espíritos Superiores, o Consolador que Ele prometera à Humanidade. Na austeridade e sobriedade de seu gabinete de trabalho ele se fez apóstolo da Verdade, tendo como únicos paramentos a pena e o papel.
Suely Caldas Schubert
Texto
publicado na Revista Reformador de fevereiro de 2005, páginas 18 e 19.
EQUIPE - DIJ SEFA
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sexta-feira, 2 de novembro de 2012
domingo, 21 de outubro de 2012
sábado, 20 de outubro de 2012
DIA DAS CRIANÇAS DO DIJ SEFA
Fomos presenteados pelo Ciclo de Pais da SEFA com a encenação da história
O Tatu Cavalheiro, a peça é baseada no
Livro de Tieloy , a
história mostra a trajetória de um tatu que queria ser sagrado cavaleiro pelo
rei e que pensava que poderia mudar o mundo.
Em sua viagem vai encontrando outros bichos,
amealhando, então, servidores que passam a atender-lhe para garantir as
necessidades de um cavaleiro.
Ao chegar ao rei para lhe fazer o pedido, este
esclarece que lhe faltam as virtudes básicas para tanto: a humildade, o
altruísmo, a gratidão, a nobreza de propósitos, dentre outras. Mostra seus
erros, classificando-o como egoísta e orgulhoso.
Dá-lhe uma função a cumprir,
enquanto premia todo seu cortejo com ministérios Com o tempo ele ele aprende que nao devemos ter
orgulhos, vaidades, e sim servir ao próximo.
E está melhora
do tatu se verifica com o trabalho em prol do próximo.
Foi uma tarde muito agradável e todos ficaram hipnotizados com os personagens, seus figurinos e suas falas.
Nossa Linda Plateia
domingo, 14 de outubro de 2012
PREPARAÇÃO PARA EDUCAÇÃO DA CRIANÇA
PREPARAÇÃO OU
LIBERDADE
Francisco Cândido Xavier conta os precedentes da mensagem “Criança e nós”, em carta que nos enviou:
Francisco Cândido Xavier conta os precedentes da mensagem “Criança e nós”, em carta que nos enviou:
“O público para
as nossas tarefas espirituais da noite trazia diversas famílias que indagavam,
sem o saberem, urnas das outras – já que vinham de procedências variadas –
quanto aos problemas da infância. Muitas perguntas como estas eram formuladas:
Devo largar meus pequenos à solta para não prejudicá-los? – Será justo permitir
que meu filho de tenra idade se transforme em pequena máquina de estimação
dentro de casa, com a idéia de que somente assim será feliz no futuro? – Como
proteger as minhas crianças sem controlar-lhes os impulsos infelizes? – Devo
deixar os meus pequeninos em liberdade irrestrita, fazendo o que lhes venha à
cabeça, a pretexto de garantir-lhes a saúde? – Será natural deixar a criança
crescer com a ilusão de que é plenamente livre, para depois encontrar, na
posição de adulto, os constrangimentos da disciplina social, indispensável em qualquer
parte, que lhe doerão ou pesarão muito mais pela ausência de treino ou
preparação?
Iniciados os estudos, O Evangelho Segundo o Espiritismo nos ofereceu a página intitulada “Os órfãos”, no item 18 do capítulo XIII, dando oportunidade a esclarecedoras explicações de nossos comentaristas. Ao término das tarefas o nosso Emmanuel escreveu a página que passo às suas mãos, na expectativa de que seja útil às nossas reflexões.”
Iniciados os estudos, O Evangelho Segundo o Espiritismo nos ofereceu a página intitulada “Os órfãos”, no item 18 do capítulo XIII, dando oportunidade a esclarecedoras explicações de nossos comentaristas. Ao término das tarefas o nosso Emmanuel escreveu a página que passo às suas mãos, na expectativa de que seja útil às nossas reflexões.”
CRIANÇAS E
NÓS
Emmanuel
Emmanuel
Muitos
setores das ciências psicológicas asseveram que é indispensável preservar a
criança contra a mínima coação, a fim de que venha se desenvolver sem traumas
que lhe prejudicariam o futuro. Isso, no entanto, não significa que deva
crescer sem orientação.
Independência desregrada gera violência, tanto quanto violência gera independência desregrada.
Releguemos determinada obra arquitetônica ao descontrole e teremos para breve a caricatura do edifício que nos propúnhamos construir.
Abandonemos a sementeira a si própria e a colheita se nos fará desencanto.
Exigimos a instituição de um mundo melhor.
Solicitamos a concretização da felicidade comum.
Sonhamos com o levantamento da paz de todos.
Esperamos o reino da fraternidade.
Como atingir, porém, semelhantes conquistas sem a criança no esquema do trabalho a realizar?
Não mergulhará teus filhos nas ondas revoltas da ira quando a dificuldade sobrevenha, e sim não te omitirás no socorro preciso, sem deixá-lo à feição de barco desarvorado ao sabor do vento. Não erguerás contra ele a palavra condenatória nos dias de desacerto, a insuflar-lhe, talvez, ódio e rebeldia nos recessos da alma, e sim procurarás sustentá-lo com a frase compreensiva e afetuosa que desejarias ter recebido em outro tempo, nas horas da infância, quando te identificavas nas sombras da indecisão.
Sabes conduzir a criança ao concurso da escola, à assistência do pediatra, ao auxílio do costureiro ou ao refazimento espiritual nos espetáculos recreativos. Por isto mesmo não lhe sonegues apoio ao sentimento para que o sentimento se lhe faça correto.
Concordamos todos em que a criança necessita de amor para crescer patenteando mente clara e o corpo sadio, entretanto, é impossível efetuar o trabalho do amor - realmente amor - sem bases na educação.
Independência desregrada gera violência, tanto quanto violência gera independência desregrada.
Releguemos determinada obra arquitetônica ao descontrole e teremos para breve a caricatura do edifício que nos propúnhamos construir.
Abandonemos a sementeira a si própria e a colheita se nos fará desencanto.
Exigimos a instituição de um mundo melhor.
Solicitamos a concretização da felicidade comum.
Sonhamos com o levantamento da paz de todos.
Esperamos o reino da fraternidade.
Como atingir, porém, semelhantes conquistas sem a criança no esquema do trabalho a realizar?
Não mergulhará teus filhos nas ondas revoltas da ira quando a dificuldade sobrevenha, e sim não te omitirás no socorro preciso, sem deixá-lo à feição de barco desarvorado ao sabor do vento. Não erguerás contra ele a palavra condenatória nos dias de desacerto, a insuflar-lhe, talvez, ódio e rebeldia nos recessos da alma, e sim procurarás sustentá-lo com a frase compreensiva e afetuosa que desejarias ter recebido em outro tempo, nas horas da infância, quando te identificavas nas sombras da indecisão.
Sabes conduzir a criança ao concurso da escola, à assistência do pediatra, ao auxílio do costureiro ou ao refazimento espiritual nos espetáculos recreativos. Por isto mesmo não lhe sonegues apoio ao sentimento para que o sentimento se lhe faça correto.
Concordamos todos em que a criança necessita de amor para crescer patenteando mente clara e o corpo sadio, entretanto, é impossível efetuar o trabalho do amor - realmente amor - sem bases na educação.
EDUCAÇÃO MODERNA
Irmão Saulo
Uns condenam a
educação moderna, saudosos dos tempos em que as crianças obedeciam aos pais
pelo olhar e tremiam diante do mestre. Outros aprovam a nova educação sem a
conhecer e fazem do seu princípio de liberdade uma forma de abandono. Não há
liberdade irrestrita, pois a liberdade só pode existir dentro das condições
necessárias. Um homem solto no espaço, livre até mesmo da gravitação, não pode
fazer coisa alguma e perecerá na desolação. Para que ele tenha liberdade é
preciso que esteja condicionado pelo meio físico, pisando a terra e aspirando o
ar, condicionado pelo corpo e pelo meio familiar e social, e assim por diante.
A educação antiga era uma forma de domesticação. As crianças eram tratadas como animais. A educação moderna, a partir de Rousseau, é uma forma de compreensão. O seu princípio básico não é a liberdade, mas a compreensão da criança como um ser em desenvolvimento. O seu objetivo não é o abandono da criança a si mesma e sim o cultivo paciente da criança, para que possa crescer sadia no corpo e no espírito. Os maus juízos sobre a nova educação provêm do seu desconhecimento pelos pais e pelos mestres, muitos dos quais não possuem aptidão para educar.
Para os órfãos, o trecho citado de 0 Evangelho Segundo o Espiritismo prescreve-nos ajudá-los, livrá-los da fome e do frio, orientar suas almas para que não se percam no vicio. Esse o programa da nova educação. Seria um contra-senso convertermos os nossos filhos em órfãos, entregues a si mesmos, ao invés de vigiá-los, descobrir-lhes os maus pendores, corrigir-lhes as arestas morais e orientá-los para o futuro.
Os depositários de bens materiais cuidam deles para que não se deteriorem. O lavrador cuida das suas plantações para que produzam. Os pais, depositários de almas, têm responsabilidade muito maior e mais grave que a daqueles. Precisam cuidar de seus filhos e ajudá-los para que sejam úteis no futuro.
A educação antiga era uma forma de domesticação. As crianças eram tratadas como animais. A educação moderna, a partir de Rousseau, é uma forma de compreensão. O seu princípio básico não é a liberdade, mas a compreensão da criança como um ser em desenvolvimento. O seu objetivo não é o abandono da criança a si mesma e sim o cultivo paciente da criança, para que possa crescer sadia no corpo e no espírito. Os maus juízos sobre a nova educação provêm do seu desconhecimento pelos pais e pelos mestres, muitos dos quais não possuem aptidão para educar.
Para os órfãos, o trecho citado de 0 Evangelho Segundo o Espiritismo prescreve-nos ajudá-los, livrá-los da fome e do frio, orientar suas almas para que não se percam no vicio. Esse o programa da nova educação. Seria um contra-senso convertermos os nossos filhos em órfãos, entregues a si mesmos, ao invés de vigiá-los, descobrir-lhes os maus pendores, corrigir-lhes as arestas morais e orientá-los para o futuro.
Os depositários de bens materiais cuidam deles para que não se deteriorem. O lavrador cuida das suas plantações para que produzam. Os pais, depositários de almas, têm responsabilidade muito maior e mais grave que a daqueles. Precisam cuidar de seus filhos e ajudá-los para que sejam úteis no futuro.
(Do livro “Na
Era do Espírito”, psicografia de Francisco C. Xavier e Herculano Pires,
Espíritos Diversos)
Relação de livros publicados por Chico Xavier e suas respectivas editoras:
http://www.institutoandreluiz.org/chicoxavier_rel_livros.html
Relação de livros publicados por Chico Xavier e suas respectivas editoras:
http://www.institutoandreluiz.org/chicoxavier_rel_livros.html
____ * * * ___ * ____ * * * ___
Realização: Instituto André Luiz
http://www.institutoandreluiz.org/
http://www.institutoandreluiz.org/
Créditos:
Cluster Floral recebido sem autoria/Floral Cluster received without the author's name
(Notificar autor/Notify author)
"Pretty Girl" tube de Betty1953
Arte Digital: Lori (Instituto André Luiz)
Loop musical "We Are The World", by Caixinha de Música
Cluster Floral recebido sem autoria/Floral Cluster received without the author's name
(Notificar autor/Notify author)
"Pretty Girl" tube de Betty1953
Arte Digital: Lori (Instituto André Luiz)
Loop musical "We Are The World", by Caixinha de Música
Ao repassar/republicar, favor conservar os
créditos.
EDQUIPE - DIJ SEFA
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domingo, 23 de setembro de 2012
sábado, 22 de setembro de 2012
EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA
É na infância que o Espírito encarnado tem melhores condições de modificar a sua memória do passado com suas más tendências e enganos trazidos de vidas passadas.
Evangelizar a criança é o maior ato de amor que os pais podem ter para com seus filhos.
Não abandone a educação espiritual de seu filho à nossa sociedade doente e falida, entregue-o aos ensinos de Jesus para que ele possa vencer a missão que se comprometeu antes de reencarnar.
Evangelizar a criança é o maior ato de amor que os pais podem ter para com seus filhos.
Não abandone a educação espiritual de seu filho à nossa sociedade doente e falida, entregue-o aos ensinos de Jesus para que ele possa vencer a missão que se comprometeu antes de reencarnar.
Fonte: Casa Prece Chico Xavier (Facebook)
EQUIPE - DIJ SEFA
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quinta-feira, 20 de setembro de 2012
ATIVIDADE CULTURAL
Nossa Atividade Cultural, realizada no dia 14/07/12, contou com a participação dos evangelizandos, evangelizadores, pais e os convidados.
Agradecemos as doações efetuadas pelos trabalhadores e estudantes da casa, que ajudaram que este evento fosse realizado.
O sucesso ficou por parte das nossas jovens Angelica, Jordana e Nina, que fizeram uma ótima apresentação, com música, ballet e poesia.
Também foi motivo de muito elogio o cachorro quente da Tininha, que contou com a participação dos pais e trabalhadores do DIJ.
Agradecemos os integrantes da SEFA, que sempre que se determinam a uma atividade, contribuiem com muito zelo e carinho uns pelos outros, doando e prestigiando os nossos encontros... PARABÉNS TAMBÉM A TODOS VOCÊS!
Agradecemos as doações efetuadas pelos trabalhadores e estudantes da casa, que ajudaram que este evento fosse realizado.
O sucesso ficou por parte das nossas jovens Angelica, Jordana e Nina, que fizeram uma ótima apresentação, com música, ballet e poesia.
Também foi motivo de muito elogio o cachorro quente da Tininha, que contou com a participação dos pais e trabalhadores do DIJ.
Agradecemos os integrantes da SEFA, que sempre que se determinam a uma atividade, contribuiem com muito zelo e carinho uns pelos outros, doando e prestigiando os nossos encontros... PARABÉNS TAMBÉM A TODOS VOCÊS!
Abaixo nossas personagens principais:
Nina - Música
Angelica - Ballet
Jordana - Poesia
Tininha - Molho
Fernando - Organização
Cleonice - Organização
Nossos convidados e integrantes do DIJ:
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